Sob uma capa de ficção com base em pesquisas, O Código da Vinci, levanta uma série de questionamentos e inverdades sobre o cristianismo. Mesmo que as teorias infundadas não sejam novidades. O grande problema é que o livro aborda a vida de Jesus de uma forma incomum dos cristãos. Na verdade o que o livro expõe é que Jesus realmente existiu, contudo ele era totalmente humano e não divino. Mas essa abordagem não foi a mais surpreendente. O que chocou toda a comunidade crista foi à abordagem de que Jesus mantinha um relacionamento amoroso com Maria Madalena e que teria deixado uma linhagem de descendentes humanos. Outro fator e que seu legado ficaria aos cuidados da amante e não de Pedro como é escrito na Bíblia.
O enredo deturpado gira em torno de vários indícios ocultos nas obras de Leonardo da Vinci. Na historia da Vinci seria membro de uma sociedade chamada “Priorado de Sião”. Os componentes dessa sociedade seriam responsáveis pelo legado de Maria Madalena, seriam quem defenderia os descendentes de Jesus da igreja Católica. No livro conta que a Igreja Católica não acreditava que o legado de Jesus foi entregue a uma mulher e que a igreja de São Pedro, berço da igreja católica pertencia aos descendentes de Cristo.
O romance traz mais uma vez o personagem de Robert Longdon, um simbologista que desvenda a série de crimes cometidos na historia e quem consegue descobrir os últimos descendentes vivos de Jesus. Juntamente com a personagem Sophie Neveu, Longdon decifra vestígios criptografados que revelam o segredo da Igreja Católica. Outro ponto abordado foi sobre o Santo Graal. No livro o santo graal não seria o cálice em que Cristo tomou vinho na última ceia o Graal seria Maria Madalena, a historia do cálice foi inventada para encobrir os rastros da esposa de Jesus. No livro o cristianismo é uma conspiração para encobrir a divindade de Jesus, profano mais que encantou milhões de leitores em todo o mundo.
Na verdade o código não é o primeiro livro em que o escritor Dan Brown fala sobre a igreja, Anjos e Demônios um livro que antecede ao Código, também aborda fatos sobre a igreja católica e que causou grandes controvérsias no meio cristão. Literariamente é um excelente livro, contudo para quem tem alguns preceitos não é recomendável.
Sinopse
Um assassinato
dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma
sinistra conspiração para revelar um segredo que foi
protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus
Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu,
Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga
fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como
membros Leonardo da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton.
Momentos antes de morrer, Saunière deixa uma mensagem
cifrada que apenas a criptógrafa Sophie Neveu e Robert
Langdon, um simbologista, podem desvendar. Eles
viram suspeitos e em detetives enquanto tentam decifrar um
intricado quebra-cabeças que pode lhes revelar um segredo
milenar que envolve a Igreja Católica.
Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso
assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas
ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos
maiores mistérios da cultura ocidental - da natureza do
sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal. Mesclando os
ingredientes de um envolvente suspense com
informações sobre obras de arte, documentos e rituais
secretos, Dan Brown consagrou-se como um dos autores mais
brilhantes da atualidade.







